Mabu Thermas Grand Resort oferece programa de aprendizagem para jovens

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Objetivo da Rede Mabu é contribuir para a formação de jovens estudantes

A Rede Mabu Hotéis & Resorts investe na formação de jovens estudantes entre 14 e 22 anos e acaba de dar início, no Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu, ao Programa Aprendiz Legal. Com essa iniciativa, quem está cursando o ensino fundamental ou médio, ou então já se formou no ensino médio, tem à disposição um período de capacitação profissional. A proposta da rede hoteleira paranaense é contribuir para a formação de jovens autônomos para que possam intervir de forma positiva na sociedade.

O Aprendiz Legal é implementado por instituições educacionais selecionadas e licenciadas pela Fundação Roberto Marinho. De acordo com a gerente de DHO (Desenvolvimento Humano e Organizacional) da Rede Mabu, Emilia Guerra, esta é uma oportunidade de formar profissionais qualificados, afinados com a cultura e os princípios da Rede Mabu e gerar oportunidades de emprego aos participantes. “Uma das coisas que constatamos como unânime entre eles é o objetivo de ser efetivado. Desta forma, tem sido fácil para que os colaboradores e aprendizes dividam conhecimentos entre si. É visível que os jovens participantes do programa possuem uma motivação e desejo de conhecimento em grandes níveis, proporcionando um ambiente favorável para o desenvolvimento de cada um”, conta a gerente.

Segundo Emília Guerra, além dos benefícios para os jovens, existe a possibilidade de beneficiar a empresa com a “energia, criatividade e ousadia dos estudantes”. Hoje os aprendizes já estão integrados com as equipes do Mabu Thermas Grand Resort. Ao todo são 25 jovens atuando desde o dia 16/09 deste ano por todo o hotel. De modo geral, os participantes são oriundos de famílias com rendas entre um e cinco salários mínimos e estudantes de escolas públicas, estaduais e municipais. Uma característica comum a todos eles é a vontade de ingressar no mercado de trabalho.

A metodologia do Programa Aprendiz Legal é dividida em dois módulos – um básico, comum a todas as formações, e um específico, voltado para a área de atuação na empresa. Os jovens participam de um treinamento in company (totalizando 400 horas de atividades teóricas) e realizam atividades práticas no hotel (totalizando 880 horas de atividades práticas), dando ao programa um total de 1.280 horas de aprendizagem. Entre os temas abordados no curso estão marketing pessoal, hospitalidade e técnicas específicas de hotelaria, trabalho em equipe, ética no trabalho, atendimento aos clientes, entre outros. O objetivo é desenvolver o lado profissional e ético dos aprendizes.

Para participar, é preciso fazer um cadastro no site do Instituto Gerar (www.gerar.org.br) e ingressar nos processos seletivos da Instituição, que irá encaminhar os finalistas para a seleção no resort. “A profissionalização do jovem é considerada uma etapa importante de seu processo educativo, lembrando que a razão do projeto é a aprendizagem, e não a produção. O programa é baseado na Lei 10.097/2000 e em sua regulamentação, o Decreto número 5598/2005”, explica a gerente de DHO.

Entre os setores que recebem o treinamento dos jovens estão os restaurantes, a governança, os eventos, o almoxarifado, a recreação e a recepção. Em cada setor foram estabelecidos tutores que se encarregam da supervisão e também de ensinar as atividades diárias, alinhando com o aprendizado teórico. “Nós temos ouvido dos jovens que é interessante para eles terem a oportunidade de refletir e utilizar os conhecimentos adquiridos durante os cursos in company com a prática do dia a dia no Hotel”, diz Emília.

Para a gerente de DHO, o Programa veio para somar as ações do resort voltadas à manutenção do selo de sustentabilidade que avalia as áreas ambiental, econômica e sociocultural. “Somos uma empresa que possui a sustentabilidade como uma de suas políticas, tanto que recentemente fomos recertificados pela ABNT na norma NBR15401. Sabendo que 49% dos desempregados no Brasil têm entre 15 e 29 anos de idade, o Mabu vê uma oportunidade de descobrir novos talentos, se adequar à nova lógica produtiva e dar uma chance de renovar, quebrar e reinventar a sociedade brasileira. O programa, por ser uma proposta de inclusão bem como uma oportunidade de renovação, vem ao encontro e reforça a postura do Mabu perante os colaboradores e a sociedade”, conclui Emília Guerra.

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